PUBLIGIBI LANÇA “TIME DA LUZ” COM HQ DE SUPER-HERÓI BRASILEIRO

Amanhecer é a primeira de uma série de revistas lançadas pela editora que chega às bancas em 12 de outubro.

O Brasil precisa de novos heróis. Com este mindset, lápis na mão e paixão por HQ’s, Daniel Vardi, o roteirista e fundador da editora PUBLIGIBI, em parceria com o produtor executivo, Dante Schiffini, literalmente colocaram no papel um projeto criado em 1993, para o fanzine Embrião. Trata-se de Amanhecer, um super-herói brasileiro que terá sua origem e saga contadas em uma série de HQ’s que chegarão às bancas de todo o país a partir do dia 12 de Outubro (a confirmar). Amanhecer é a primeira de cinco edições que serão publicadas pela editora, mês a mês. Cada uma terá a missão de introduzir os outros super-heróis da saga: A.R.A.R.A, Paladino, Metal Mark e Boiadeiro, que juntos formam o Time da Luz, título da sexta edição.

Amanhecer é um personagem simples e de fácil identificação, uma mescla de Capitão América e Super-Homem, projetado para ser um símbolo de esperança e de resgate da autoestima do brasileiro. “Amanhecer possui as melhores características do nosso povo e poderes inimagináveis. É um personagem nobre, amigo, verdadeiro, que defende a vida em primeiro lugar”, explica Vardi, que é designer, jornalista e fundou a Publigibi em 1998, com foco no mercado de arte gráfica brasileira. “A ideia era a de criar espaço para que as pessoas pudessem trabalhar no mercado, como estamos fazendo agora com o Time da Luz, de forma colaborativa. O que queremos é montar um sistema para que esta arte continue sendo produzida”, de forma sustentável fala.

O personagem surge da ideia de que o Brasil precisava de um super-herói, com valores que pudessem ser passados de geração para geração, assim como os super-heróis do mercado americano. “É importante para a nossa juventude que o Brasil tenha um super-herói potente. Sempre desejei que meu filho brincasse com o Amanhecer. Eu não consegui fazer isso, então vou fazer com que meus netos brinquem. Quando uma criança, brinca de Capitão América ela crê e incorpora os valores dele. Esse é o desafio de nosso super-herói”, e quando digo nosso, falo dos brasileiros, explica.

A ideia de trazer a tona o projeto Amanhecer surgiu em 2017 quando Daniel e Dante – empreendedor e agora produtor executivo – se encontraram para avaliar a viabilização de um projeto de histórias em quadrinhos. “Daniel me contou seu sonho em Maio do ano passado, e a partir daí, começamos nossas sessões de “papel craft” , tirando as coisas da cabeça dele, e adicionando o mercado, fãs, marketing, além dos parceiros que estamos buscando, que compartilhem da mesma visão da Publigibi: O Brasil precisa de novos heróis. A partir disso, estruturamos como iríamos nos preparar para a versão Beta”, explica Dante. “Considerando o desafio do Daniel em liderar um time praticamente novo, o momento do mercado editorial e um dos piores econômicos do país, decidimos dar vida ao Amanhecer na forma de startup. “Eu quero testar e tentar equilibrar um pouco o mercado, alegrando os fãs neste momento, que certamente estão aí. Olha a CCXP! O personagem foi criado em 1993, o enredo é fenomenal e o contexto de como o maior super-herói do Brasil foi forjado, engrandece o mundo Comix! Depois desse encontro comecei a sonhar junto com o Daniel e a perder noites de sono também…Superman celebra 80 anos de vida neste ano, e estamos conscientes do que estamos fazendo, com esse pequeno passo. Estou ansioso pelo feedback dos fãs.” completa.

O ineditismo e ousadia do projeto é a criação de uma equipe de heróis, o TIME DA LUZ, logo de cara, no estilo Vingadores e Liga da Justiça, que traz o conceito de equipe já consolidado na cabeça do público. “O brasileiro tem time de futebol, time de vôlei fantástico, escola de samba nota 10, temos como vitória o trabalho em time. Esse projeto se tornou TIME DA LUZ pela minha parceria com o Dante. O nome foi ele quem criou”, explica. Amanhecer não é o primeiro herói brasileiro a ter sua história contada em HQ´s. Outros já tiveram destaque como o Jaguar, Raio Negro e Nata. “Nós não fomos os primeiros a desenvolver um super-herói brasileiro e esperamos não sermos os últimos, mas desta forma ninguém fez”, completa Vardi.